"A good deal of hostility to theory no doubt comes from the fact that to admit the importance of theory is to make an open-ended commitment, to leave yourself in a position where there are always important things you don't know. But this is the condition of life itself" (Jonathan Culler, Literary Theory: A Very Short Introduction, 16).
Existe muita gente que não gosta do estudo de literatura. Existe muita gente que não entende por que temos que aprender sobre poesia e hístorias fantásticas nas escolas. Dizem que a matemática é muito mais prática--e pode ser que é. É claro que dois e dois sempre fazem quatro, e que pi sempre é 3.14159265... Mas a vida é assim? Não disputo que a matématica é não somente prática mas também essencial para nossa compreensão do nosso mundo. Contudo, para dizer que somente a aprendizagem objetiva e concreta e precisa para entender nosso mundo iria limitar significativamente o nosso entendimento. A vida humana não pode ser calculada com precisão. Tem que ser atirada por ideias incertas--e quando o coração for atingido, a gente vai sentir.
Eu também sublinhei esta passagem enquanto lia. O Culler tem toda razão—para viver—para existir no mundo—temos que nos abrir à condição de não saber tudo. Or as one of my old professors used to say, we must have a "high tolerance for ambiguity."
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